quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Geléia Real e a Doença de Graves

A tireóide é uma das maiores glândulas endócrinas de nosso corpo.

Muitas pessoas desconhecem o papel fundamental que a tireóide exerce em nosso metabolismo, controlando as funções do fígado e baço, além de outras glândulas, através da produção de dois hormônios (dentre outros): triiodotironina (T3) e tiroxina (T4).

O mau funcionamento da tireóide pode resultar em vários problemas de saúde, cujos sintomas podem ser acúmulo de gordura, lentidão, perda de memória, ansiedade, fadiga, calor excessivo, aumento do ritmo intestinal, nervosismo, suor exacerbado, perda ou ganho de peso, inchaço nos dedos, taquicardia, pele úmida e dores musculares e problemas relacionados.

As doenças mais conhecidas são o hipotireoidismo (liberação insuficiente de hormônios) e o hipertireoidismo (liberação excessiva de hormônios). Uma das causas do hipertireoidismo é a chamada “Doença de Graves”, uma doença autoimune (uma falha no sistema imunológico), causando bócio e os sintomas típicos do hipertireoidismo.

Não tem cura. Mas com o tratamento adequado pode-se ter o controle sobre os sintomas. É por isso que a pesquisa sobre os efeitos benéficos da geléia real em pacientes portadores da Doença de Graves é muito bem-vinda.

Os efeitos da Geléia Real sobre a auto-imunidade na doença de Graves.

Os pesquisadores Erem, Deger, Ovali e Barlak, do Departamento de Medicina Interna da Divisão de Endocrinologia e Metabologia, da Faculdade de Medicina da Universidade Técnica de Karadenizs, na Turquia, realizaram uma ampla pesquisa sobre os efeitos da Geléia Real.

O principal objetivo da pesquisa foi avaliar os efeitos da Geléia Real na auto-imunidade de cultura de linfócitos e estabelecer as doses terapêuticas.

Voluntários participaram da pesquisa e o resultado é animador: a Geléia Real pode ser eficaz como agente imunomodulator na Doença de Graves.

Isso significa maior controle dos sintomas e mais qualidade de vida para os portadores da doença.

A pesquisa pode ser encontrada em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17322576 .

Pioneirismo da Apis Flora: biocurativo

Propolis como Biocurativo:

Cicatrizante e antimicrobiano

23/12/2010

Por Alex Sander Alcântara

Agência FAPESP – Um dos desafios de profissionais envolvidos com a recuperação de pacientes com queimaduras é abreviar o tempo de internação para evitar complicações infecciosas. O uso de biocurativos, produzidos a partir de celulose bacteriana – que possibilita a regeneração mais rápida da pele –, é uma das alternativas promissoras.

Pesquisadores do Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Araraquara, em parceria com a empresa Apis Flora, de Ribeirão Preto, desenvolveram um biocurativo cicatrizante e antimicrobiano à base de celulose bacteriana e extrato de própolis.

O produto foi testado in vitro com ótimos resultados. “O objetivo do biocurativo, feito em forma de película, é atenuar o tempo de tratamento e a dor de pacientes que sofreram queimaduras de primeiro e de segundo graus ou que possuam feridas crônicas”, disse Hernane Barud, coordenador da pesquisa, à Agência FAPESP.

Os resultados obtidos até agora mostram alto grau de eficiência do produto, principalmente na prevenção do crescimento microbiano e na liberação sustentada de própolis.

A pesquisa “Desenvolvimento e avaliação de biocurativos obtidos a partir de celulose bacteriana e extrato padronizado de própolis (EPP-AF) para tratamento de queimaduras e lesões de pele” contou com apoio do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE).

Os resultados correspondem à primeira fase do projeto, já concluída com testes in vitro. De acordo com Barud, a novidade do produto é o aprimoramento da celulose bacteriana com a incorporação de extrato de própolis, insumo farmacêutico que já fora avaliado quanto à eficácia pré-clínica e clínica em queimados por Andresa Berretta, pesquisadora responsável da Apis Flora.

“A própolis é um material resinoso e balsâmico obtido pelas abelhas que, associada à membrana, produz uma ação cicatrizante e antimicrobiana. Além de regenerar a pele, o biocurativo consegue matar as bactérias que surgem junto com os ferimentos”, explicou o pesquisador, que concluiu recentemente seu doutorado no Instituto de Química da Unesp de Araraquara sobre Materiais Multifuncionais Baseados em Celulose Bacteriana.

A Apis Flora tem patente para o extrato padronizado de própolis e, atualmente, o grupo prepara nova solicitação para o biocurativo com própolis. “Não é qualquer extrato de própolis que apresenta os resultados, mas o que a empresa desenvolveu, avaliou e depositou o pedido de patente”, ressaltou Barud.

Segundo Andresa, quando se trabalha com derivados naturais a reprodutibilidade de lote a lote é indispensável para se obter medicamentos. “Nosso grupo já avaliou essas características e tem condições de obter industrialmente lotes reprodutíveis a fim de se registrar um medicamento nos órgãos reguladores”, disse.

A membrana de celulose é produzida pela bactéria Acetobacter xylinum, encontrada principalmente nas frutas em decomposição.“A vantagem da celulose bacteriana, principalmente a produzida pela A. xylinum, é a elevada resistência mecânica conferida pela rede tridimensional formada por nanofibras de celulose”, explicou.

Com o novo biocurativo o paciente em tratamento poderá desempenhar atividades corriqueiras como tomar banho ou ficar exposto ao sol. “Como o produto é impermeável, ele funciona como uma barreira bacteriológica, sem impedir que o ferimento respire”, disse.

Liberação controlada

Barud acrescenta ainda que pela transparência e por aderir com facilidade ao leito da ferida, a película possibilitará o acompanhamento constante da cicatrização. Um dos problemas no tratamento de queimados é que o curativo convencional pode provocar lesões todas as vezes que é removido.

“O novo biocurativo poderá ser colocado diretamente na ferida sem necessidade de troca. Além disso, conseguimos desenvolvê-lo com liberação sustentada, ou seja, ele libera própolis lentamente”, disse.

A próxima etapa da pesquisa será o teste em animais. Depois de superada essa fase, o biocurativo será testado em humanos. “A meta é produzir o produto em larga escala. A previsão é que dentro de dois a três anos ele seja comercializado”, disse Barud.

Participam também da pesquisa os professores Younés Messaddeq e Sidney José Lima Ribeiro, do Instituto de Química da Unesp de Araraquara, além de Andresa Aparecida Berretta, coordenadora de pesquisa na empresa Apis Flora.

Grupo busca sistemas moleculares contra doença de Chagas

Por: Tatiana Zanon, da Assessoria de Comunicação do IFSC

tatiglad@gmail.com

No Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, o grupo de pesquisa coordenado pelo professor Adriano Andricopulo estuda sistemas moleculares que são preparados para atuar contra alvos vitais de sobrevivência do parasita da doença de Chagas. No momento, o grupo procura definir o composto que irá passar por testes clínicos para verificar sua eficácia contra a doença. As pesquisas tem o apoio da Organização Mundial de Saúde (OMS), que coordena uma rede internacional de cientistas sobre o tema.

Por meio de ensaios in vitro são feitos testes com moléculas candidatas a fármaco

Os pesquisadores trabalham com algumas proteínas-alvo do Trypanosoma cruzi, o agente causador da doença, isolando tais proteínas para, posteriormente, produzi-la e encontrar pequenas moléculas que possam inibir sua atividade, causando uma condição letal à sobrevivência e desenvolvimento do parasita. “Por meio de ensaios in vitrofazemos os testes com moléculas candidatas a fármaco que irão inibir as enzimas responsáveis pela sobrevivência do parasita”, conta o cientista.

A pesquisa conta com especialistas de diversas áreas, como parasitologia, química medicinal e biologia molecular e estrutural. “A OMS desenvolve um sistema de projetos, do tipo empresa farmacêutica, muito detalhado e estabelecido. Dessa rede, participam universidades importantes do mundo todo”, diz o professor. “Há também a participação de diversas indústrias farmacêuticas.” O grupo conta ainda com a colaboração dos professores Otavio Thiemann, Rafael Guido e Glaucius Oliva, do IFSC, e Luiz Carlos Dias, da Universidade de Campinas (Unicamp).

Atualmente, uma média de 300 compostos foi sintetizada, com moléculas que já foram confirmadas como inibidoras. A próxima fase será trabalhar as propriedades fármacocinéticas, ou seja, a melhoria para percorrer todo o “caminho” num organismo infectado. “Precisamos observar diversas propriedades como absorção do composto, solubilidade, biodisponibilidade. Esse trabalho é conjunto e cada um dos grupos que faz parte da rede da OMS presta auxílio, cada um na parte que lhe cabe”,diz o professor.

Testes
Adriano Andricopulo explica que a fase final — também chamada de fase clínica —, quando empresas farmacêuticas irão financiar testes em seres humanos, dos possíveis candidatos a fármaco, deve ser acelerada. Segundo o professor do IFSC, o maior desafio atualmente é encontrar um candidato clínico, ou seja, o composto que a indústria farmacêutica irá escolher para realizar testes em humanos.

O grupo de pesquisa do IFSC desenvolve estudos in vitro e in vivo, e a relação com a OMS e com os grupos da rede tem sido importante e fundamental para a evolução dos estudos. “A OMS consegue coordenar toda essa rede e fazê-la funcionar corretamente”, ressalta.

O grupo disponibiliza a primeira base de dados da América Latina, PK/DB, para acesso e acompanhamento de outros estudiosos do assunto. “A capacidade de trabalhar com moléculas sintéticas e fazer ensaios biológicos é algo difícil de encontrar e isso tem nos trazido credibilidade de grupos externos, onde se inclui a OMS”.

Em comemoração ao Ano Internacional da Química, os debates serão intensos. “Neste ano, a reunião anual da Sociedade Brasileira de Química, a Escola Avançada de Química, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), e nesses eventos as atividades e discussões serão grandes, também com o objetivo de atrair estudiosos para essa área”, conta o docente.


[Fonte: http://www.usp.br/agen/?p=47776]

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Hipertensão, AVC e Geléia Real

A revista “Guia da Farmácia”, edição de abril de 2010, publicou a seguinte matéria sobre pesquisa realizada sobre hipertensão e AVC:

De acordo com o Ministério da Saúde, o acidente vascular cerebral (AVC) é a principal causa de morte em todas as regiões do Brasil. A hipertensão, doença que atinge 30% da população adulta brasileira e mais de 50% dos idosos, é responsável por 80% dos casos de AVC. Pesquisa realizada pelo chefe da Unidade de Hipertensão do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Dr. Décio Mion, revela que 89% dos pacientes consideram caros os medicamentos usados no tratamento da hipertensão e 54% não se sentem bem com os fármacos prescritos pelos médicos por causa de eventuais efeitos colaterais.”.

Os números são alarmantes, sem dúvida. Mas há notícias boas. Atentos às pesquisas acadêmicas realizadas com produtos apícolas, destacamos duas informações interessantes. Veja abaixo:

Geléia Real como auxiliar no tratamento da hipertensão

Um importante aliado no processo de prevenção e atenuação dos efeitos da idade é a Geléia Real. A geléia real é uma substância secretada pelas abelhas para alimentar a rainha por toda sua vida. Essa alimentação é a principal causa para a rainha ter corpo diferenciado e maior expectativa de vida (a rainha pode viver de 5 a 6 anos, enquanto que as operárias somente de 30 a 40 dias), além de lhe conferir a capacidade de reprodução.
A nutricionista Drª Odeth Oliveira publicou um artigo sobre o assunto em seu blog (http://odetholiveira.blogspot.com/2009/12/geleia-real.html) :
“...alguns estudos em modelo animal ou in vitro têm mostrado efeitos benéficos [da geléia real], como: ação no Sistema Nervoso Central (SNC), por facilitar o processo de neurogenese in vivo; atividade cicatrizante; ação no metabolismo lipídico; ação na pressão arterial; além disso, o consumo da geléia está relacionado com a fertilidade, atividade estrogênica, atividade antibacteriana e imunomoduladora.”

Resultados semelhantes foram encontrados pelos pesquisadores Toshiro Matsuia (e outros), da Escola de Agricultura, da Universidade de Kyushu, Japão, conforme publicação no “The Journal of Nutritional Biochemistry” (disponível em: http://www.jnutbio.com/article/S0955-2863(01)00198-X/abstract), onde afirmam que a aplicação da geléia real “em ratos espontaneamente hipertensos resultou em uma redução significativa da pressão arterial.”.

As pesquisas continuam e confirmam aquilo que o conhecimento popular já preconizava há séculos sobre o consumo de produtos apícolas.

Entretanto, vale o conselho: sempre verifique a procedência desses produtos. Confirme seu registro junto ao Ministério da Agricultura (SIF).

Certificação KOSHER




A qualidade dos produtos Apis Flora garantiu que a empresa recebesse a confiança de um exigente segmento de consumidores: Selo de Qualidade Kosher.


PRODUTOS COM SELO DE APROVAÇÃO KOSHER




O Certificado Kosher é um selo de qualidade, que exige da empresa o atendimento e comprometimento a determinadas normas de produção, as quais regem a dieta judaica ortodoxa, garantidos pela supervisão do rabino M. A. Iliovits. É um selo considerado sinônimo de controle máximo de qualidade.

Os produtos Apis Flora com Selo Kosher são:

Extrato de Própolis
Apispray®
Apidol® Menta
Apidol® Limão
Propolisina
Mel 300g
Mel com Própolis
Mel com Própolis e Agrião
Mel Bisnaga 340g
Mel com Própolis e Limão Cravo
Mel 800g
Mel com Própolis e Eucalipto
Mel sachê 40g
Mel com Própolis e Guaco
Mel sachê 1 kg
Mel com Própolis e Romã
Mel com Própolis e Alho
Mel com Própolis e Copaíba
Propomalva® Spray
Propomalva® Anti-séptico bucal
Propomalva® Composto 300g
Guaraflora® – Cápsulas
Guaraflora® - Pó


São produtos que podem ser encontrados nas redes de drogarias, farmácias e, também, em supermercados.

Caso não encontre esses produtos em sua cidade, entre em contato com nosso Serviço de Atendimento ao Consumidor: 0800 18 30 80 ou pelo email: apisflora@apisflora.com.br




Componente do chá verde pode ser nova esperança contra a leucemia

[A matéria abaixo foi retirada, na íntegra, do site do Hospital do Coração - RN]

Suplementos que contenham um composto presente no chá verde podem ajudar a atrasar ou evitar a necessidade de quimioterapia em pessoas com leucemia linfocítica aguda - tipo de câncer que ocorre nos glóbulos brancos do sangue -, segundo estudo apresentado este mês no encontro anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica. Em estudo preliminar, um terço dos pacientes que tomaram pílulas com epigalocatequina galato apresentaram uma redução de pelo menos 20% na contagem de células com o câncer.

Como os pacientes do estudo tinham a doença em estágio inicial, muitos sem sintomas, o órgão governamental Food and Drug Administration e os pesquisadores concordam que uma queda na contagem de células com leucemia poderia ser usada como um marcador de atividade da doença. E os resultados mostraram, além dessa redução benéfica, que 20 dos 29 pacientes que tinham gânglios linfáticos aumentados tiveram redução de 50% no tamanho desses linfonodos após o tratamento com duas pílulas diárias por seis meses. Além disso, dos 42 pacientes avaliados, apenas três tiveram efeitos adversos.

De acordo com os autores os resultados apoiam as evidências de estudos laboratoriais, que indicaram que o composto do chá verde corta o suprimento de sangue para os tumores e mata as células doentes. Se os resultados forem confirmados por estudos clínicos mais longos e com mais pacientes, o composto pode ser uma alternativa “interessante” no tratamento da leucemia. Enquanto isso não ocorre, os especialistas não recomendam o suplemento para esse fim, e destacam que o médico deve ser consultado antes do uso.