A revista “Guia da Farmácia”, edição de abril de 2010, publicou a seguinte matéria sobre pesquisa realizada sobre hipertensão e AVC:
“De acordo com o Ministério da Saúde, o acidente vascular cerebral (AVC) é a principal causa de morte em todas as regiões do Brasil. A hipertensão, doença que atinge 30% da população adulta brasileira e mais de 50% dos idosos, é responsável por 80% dos casos de AVC. Pesquisa realizada pelo chefe da Unidade de Hipertensão do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Dr. Décio Mion, revela que 89% dos pacientes consideram caros os medicamentos usados no tratamento da hipertensão e 54% não se sentem bem com os fármacos prescritos pelos médicos por causa de eventuais efeitos colaterais.”.
Os números são alarmantes, sem dúvida. Mas há notícias boas. Atentos às pesquisas acadêmicas realizadas com produtos apícolas, destacamos duas informações interessantes. Veja abaixo:
Geléia Real como auxiliar no tratamento da hipertensão
Um importante aliado no processo de prevenção e atenuação dos efeitos da idade é a Geléia Real. A geléia real é uma substância secretada pelas abelhas para alimentar a rainha por toda sua vida. Essa alimentação é a principal causa para a rainha ter corpo diferenciado e maior expectativa de vida (a rainha pode viver de 5 a 6 anos, enquanto que as operárias somente de 30 a 40 dias), além de lhe conferir a capacidade de reprodução.
A nutricionista Drª Odeth Oliveira publicou um artigo sobre o assunto em seu blog (http://odetholiveira.blogspot.com/2009/12/geleia-real.html) :
“...alguns estudos em modelo animal ou in vitro têm mostrado efeitos benéficos [da geléia real], como: ação no Sistema Nervoso Central (SNC), por facilitar o processo de neurogenese in vivo; atividade cicatrizante; ação no metabolismo lipídico; ação na pressão arterial; além disso, o consumo da geléia está relacionado com a fertilidade, atividade estrogênica, atividade antibacteriana e imunomoduladora.”
Resultados semelhantes foram encontrados pelos pesquisadores Toshiro Matsuia (e outros), da Escola de Agricultura, da Universidade de Kyushu, Japão, conforme publicação no “The Journal of Nutritional Biochemistry” (disponível em: http://www.jnutbio.com/article/S0955-2863(01)00198-X/abstract), onde afirmam que a aplicação da geléia real “em ratos espontaneamente hipertensos resultou em uma redução significativa da pressão arterial.”.
As pesquisas continuam e confirmam aquilo que o conhecimento popular já preconizava há séculos sobre o consumo de produtos apícolas.
Entretanto, vale o conselho: sempre verifique a procedência desses produtos. Confirme seu registro junto ao Ministério da Agricultura (SIF).
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Certificação KOSHER
A qualidade dos produtos Apis Flora garantiu que a empresa recebesse a confiança de um exigente segmento de consumidores: Selo de Qualidade Kosher.
PRODUTOS COM SELO DE APROVAÇÃO KOSHER
O Certificado Kosher é um selo de qualidade, que exige da empresa o atendimento e comprometimento a determinadas normas de produção, as quais regem a dieta judaica ortodoxa, garantidos pela supervisão do rabino M. A. Iliovits. É um selo considerado sinônimo de controle máximo de qualidade.
Os produtos Apis Flora com Selo Kosher são:
Extrato de Própolis
Apispray®
Apidol® Menta
Apidol® Limão
Propolisina
Mel 300g
Mel com Própolis
Mel com Própolis e Agrião
Mel Bisnaga 340g
Mel com Própolis e Limão Cravo
Mel 800g
Mel com Própolis e Eucalipto
Mel sachê 40g
Mel com Própolis e Guaco
Mel sachê 1 kg
Mel com Própolis e Romã
Mel com Própolis e Alho
Mel com Própolis e Copaíba
Propomalva® Spray
Propomalva® Anti-séptico bucal
Propomalva® Composto 300g
Guaraflora® – Cápsulas
Guaraflora® - Pó
São produtos que podem ser encontrados nas redes de drogarias, farmácias e, também, em supermercados.
Caso não encontre esses produtos em sua cidade, entre em contato com nosso Serviço de Atendimento ao Consumidor: 0800 18 30 80 ou pelo email: apisflora@apisflora.com.br
Componente do chá verde pode ser nova esperança contra a leucemia
[A matéria abaixo foi retirada, na íntegra, do site do Hospital do Coração - RN]
Suplementos que contenham um composto presente no chá verde podem ajudar a atrasar ou evitar a necessidade de quimioterapia em pessoas com leucemia linfocítica aguda - tipo de câncer que ocorre nos glóbulos brancos do sangue -, segundo estudo apresentado este mês no encontro anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica. Em estudo preliminar, um terço dos pacientes que tomaram pílulas com epigalocatequina galato apresentaram uma redução de pelo menos 20% na contagem de células com o câncer.
Como os pacientes do estudo tinham a doença em estágio inicial, muitos sem sintomas, o órgão governamental Food and Drug Administration e os pesquisadores concordam que uma queda na contagem de células com leucemia poderia ser usada como um marcador de atividade da doença. E os resultados mostraram, além dessa redução benéfica, que 20 dos 29 pacientes que tinham gânglios linfáticos aumentados tiveram redução de 50% no tamanho desses linfonodos após o tratamento com duas pílulas diárias por seis meses. Além disso, dos 42 pacientes avaliados, apenas três tiveram efeitos adversos.
De acordo com os autores os resultados apoiam as evidências de estudos laboratoriais, que indicaram que o composto do chá verde corta o suprimento de sangue para os tumores e mata as células doentes. Se os resultados forem confirmados por estudos clínicos mais longos e com mais pacientes, o composto pode ser uma alternativa “interessante” no tratamento da leucemia. Enquanto isso não ocorre, os especialistas não recomendam o suplemento para esse fim, e destacam que o médico deve ser consultado antes do uso.
Suplementos que contenham um composto presente no chá verde podem ajudar a atrasar ou evitar a necessidade de quimioterapia em pessoas com leucemia linfocítica aguda - tipo de câncer que ocorre nos glóbulos brancos do sangue -, segundo estudo apresentado este mês no encontro anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica. Em estudo preliminar, um terço dos pacientes que tomaram pílulas com epigalocatequina galato apresentaram uma redução de pelo menos 20% na contagem de células com o câncer.
Como os pacientes do estudo tinham a doença em estágio inicial, muitos sem sintomas, o órgão governamental Food and Drug Administration e os pesquisadores concordam que uma queda na contagem de células com leucemia poderia ser usada como um marcador de atividade da doença. E os resultados mostraram, além dessa redução benéfica, que 20 dos 29 pacientes que tinham gânglios linfáticos aumentados tiveram redução de 50% no tamanho desses linfonodos após o tratamento com duas pílulas diárias por seis meses. Além disso, dos 42 pacientes avaliados, apenas três tiveram efeitos adversos.
De acordo com os autores os resultados apoiam as evidências de estudos laboratoriais, que indicaram que o composto do chá verde corta o suprimento de sangue para os tumores e mata as células doentes. Se os resultados forem confirmados por estudos clínicos mais longos e com mais pacientes, o composto pode ser uma alternativa “interessante” no tratamento da leucemia. Enquanto isso não ocorre, os especialistas não recomendam o suplemento para esse fim, e destacam que o médico deve ser consultado antes do uso.
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